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Skate Reciclado – Esculturas

12/01/2012

Qual o limite da criatividade humana hein?! E das habilidades?

Dá só uma olhada no trabalho que o japonês tinha que ser um japa Haroshi faz com os skates usados.
Nascido em 1978, Haroshi é um artista autodidata que mora atualmente  em Tóquio. Ele cria em grande escala, tridimensionais, esculturas de madeira com skates usados.
Skatista apaixonado desde a adolescência e sem formação artística formal ele faz da arte e do skate o seu veículo de comunicação e expressão.

E o cara tá de parabéns! Lindo trabalho.

Verão 2012 – Óculos espelhados

03/01/2012

Vem com tudo e não se discute.
Abrindo os posts de 2012 com muito estilo.

Meu preferido é o modelo Calixto da Absurda
Um de cada por favor!

Coca-Cola – O Cofre!

13/12/2011

Que bela imagem hein… Muitos de vocês devem ter visto essa notícia rodando por ai e há quem acredita que toda essa história de “fórmula secreta” é puro jogo de marketing. O que é eu não sei, me baseio em fatos e o fato é que coca-cola é só cola-cola mesmo! Num tem pra ninguém.

A fórmula ficou guardada em um cofre no SunTrust Bank, em Atlanta, na Geórgia, desde 1925. Agora ele trocou o banco por sua nova casa. De acordo com o CEO da Coca-Cola, “chegou a hora de nossa fórmula secreta voltar para casa” .

COCA-COLA É ISSO AI!

 

Tendência – Espadrilles

09/11/2011

Ja faz algum tempo que elas estão circulando em muitos pézinhos por ai (inclusive no meu!).
As Espadrilles (pronuncia-se espadríe) ou Espadrilhas (no bom português) são esses sapatos estilosos e confortáveis que apresentam a sola feita de corda. Acho a cara do Brasil e do nosso verão.

Um pouco de história: As Espadrilles, também conhecidas como Alpargatas ou espardênias teve origem em Basque na Espanha.
Durante o sédulo XVIII, o rei da infantaria chamado Aragon usava Espadrilles feitos com “Esparto”, uma espécie de cacto para confeccionar a sola, eles isolavam os pés do frio, calor e umidade, ideal para os soldados.

…e anos depois… elas estão aqui conosco. Altas, médias e baixas! Varie, ouse e aproveite muito!

 

 

O sexo além do prazer.

27/10/2011

Antes que você pense que Hooked – New Science on How Casual Sex is Affecting Our Children(Northfild Publishing) é outro livro com lições de moral anacrônicas, leia mais uma vez e atentamente o subtítulo da obra. O livro não tem nada de moralizante e está perfeitamente “antenado” com as novas pesquisas sobre o funcionamento do cérebro humano – aliás, o aspecto científico é exatamente o ponto forte da publicação. Escrito em coautoria pelos ginecologistas e obstetras Joe S. McIlhaney e Freda McKissic Bush, o livro deixa claro que, assim como a comida, o sexo pode ser mal compreendido e abusado. E esse abuso frequentemente resulta em doenças sexualmente transmitidas e gravidez não desejada. Mas há um terceiro problema nem sempre mencionado ou analisado: as cicatrizes emocionais decorrentes de uma vida sexual não orientada. Para os autores, “o sexo dentro de um contexto matrimonial é o comportamento ideal para evitar problemas” (p. 95). Como chegaram a essa conclusão? É disso que tratam as 170 páginas recheadas de pesquisas e estudos acadêmicos.

Baseados em dados recentes, os Drs. Joe e Freda questionam: Por que aqueles que não são virgens quando casam têm mais probabilidade de se divorciar do que aqueles que se mantiveram abstinentes até o casamento? Por que adolescentes sexualmente ativos têm mais probabilidade de ser depressivos do que os abstinentes? Por que casais casados reportam níveis mais altos de satisfação sexual do que os indivíduos não casados e com múltiplos parceiros sexuais?

E eu pergunto: Você já viu questionamentos semelhantes na grande imprensa? Dificilmente. Em revistas ditas femininas? Duvido. Em publicações para teens? Também não acredito.

A abordagem midiática focada no corpo e na sensualidade – portanto na extrema valorização do aspecto físico – frequentemente se esquece do mais importante órgão sexual: o cérebro (e preservativos e anticoncepcionais não proveem proteção contra as influências do sexo sobre o cérebro). Nossa “central de comando” trabalha sob o efeito de neurotransmissores como a dopamina, a oxitocina e a vasopressina. As três são neutras, podendo recompensar bons e maus hábitos, dependendo do estilo de vida ou do comportamento adotados pela pessoa. “Com a ajuda de técnicas de pesquisa e tecnologias modernas, cientistas estão confirmando que sexo é mais do que um ato físico momentâneo. Ele produz poderosas (até para a vida toda) mudanças no cérebro que dirigem e influenciam nosso futuro num grau surpreendente” (p. 21).

“Quando duas pessoas se tocam de maneira intensa, significativa e íntima, a oxitocina [também conhecida como ‘molécula monogâmica’] é liberada no cérebro da mulher. A oxitocina então faz duas coisas: aumenta o desejo da mulher por mais toques e faz a ligação da mulher com o homem com quem ela tem passado tempo em contato físico. [...] É importante reconhecer que o desejo de conexão não é apenas uma sensação emocional. A ligação é real e quase como o efeito adesivo de uma cola – a poderosa conexão que não pode ser desfeita sem grande dor emocional” (p. 37).

Segundo os autores, enquanto o efeito hormonal da oxitocina é ideal para casados, ele pode causar problemas para mulheres solteiras ou para moças abordadas por homens que desejam sexo. O cérebro feminino pode levá-la a um mau relacionamento que ela pensa ser bom por causa do contato físico e da resposta gerada pela oxitocina. A verdade sobre esse tipo de relacionamento pode ser clara para os pais ou amigos que estão preocupados com o bem-estar da moça, enquanto ela talvez não se dê conta do perigo ou da inconveniência da relação. Por isso, especialmente as mulheres jovens precisam ser advertidas sobre o poderoso efeito de ligação da oxitocina. O rompimento dessa ligação explica a incrível dor emocional que as pessoas geralmente sentem quando um relacionamento é terminado (p. 40, 41).

E quanto aos homens? Tudo o que foi dito acima se aplica também a eles, com a diferença residindo apenas no tipo de neurotransmissor: no cérebro masculino, é a vasopressina que atua de maneira similar à oxitocina. Durante o sexo, o cérebro dos homens é inundado com vasopressina, “e esse neuroquímico produz uma ligação parcial com cada mulher com quem eles tiveram relação sexual. Eles não percebem que esse padrão de ter sexo com uma mulher e então romper com ela e depois ter sexo com outra os limita a experimentar apenas uma forma de atividade cerebral comum aos seres humanos envolvidos sexualmente – a corrida dopamínica do sexo. [...] O padrão de mudança de parceiras sexuais, portanto, danifica a capacidade deles de ligação numa relação de compromisso. A inabilidade de criar laços após múltiplas ligações é quase como uma fita adesiva que perdeu sua cola após ser aplicada e removida várias vezes” (p. 43).

Segundo os autores, devido à atuação da dopamina, da oxitocina e da vasopressina, entre outros fatores, cada pessoa, na realidade, pode mudar a própria estrutura do cérebro, graças às escolhas que ela faz ou ao padrão de comportamento que adota.

(Fonte: Escolhi Esperar)

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